Limites de trait

Ao trabalhar com genĂ©ricos, muitas vezes vocĂȘ exigir que os tipos implementem algum trait para poder utilizar os mĂ©todos do trait.

VocĂȘ consegue fazer isso com T:Trait ou impl Trait:

fn duplicate<T: Clone>(a: T) -> (T, T) {
    (a.clone(), a.clone())
}

// Syntactic sugar for:
//   fn add_42_millions<T: Into<i32>>(x: T) -> i32 {
fn add_42_millions(x: impl Into<i32>) -> i32 {
    x.into() + 42_000_000
}

// struct NotClonable;

fn main() {
    let foo = String::from("foo");
    let pair = duplicate(foo);
    println!("{pair:?}");

    let many = add_42_millions(42_i8);
    println!("{many}");
    let many_more = add_42_millions(10_000_000);
    println!("{many_more}");
}

Mostre uma clĂĄusula where, os estudantes irĂŁo encontrĂĄ-la quando lerem cĂłdigo.

fn duplicate<T>(a: T) -> (T, T)
where
    T: Clone,
{
    (a.clone(), a.clone())
}
  • Organiza a assinatura da função se vocĂȘ tiver muitos parĂąmetros.
  • Possui recursos adicionais tornando-o mais poderoso.
    • Se alguĂ©m perguntar, o recurso extra Ă© que o tipo Ă  esquerda de “:” pode ser arbitrĂĄrio, como Option<T>.